quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Sem fruta é outra coisa...

Ontem constatei com alguma satisfação que um dos defesas dos corruptos foi expulso aos 6 minutos dos jogo corruptos - Zenit.
Gostei de ver a cara de desespero do suíno Josué, que gritava como o leitão que aparenta ser, nas costas do árbitro, protestando com a mais que natural ordem de expulsão ao Herrera, e o juiz da partida a ignorá-lo olimpicamente. Nem olhou para o indivíduo.
Lembrei-me também de duas outras coisas.
A primeira, que leva ao título deste post, sem fruta é mais difícil. Os jogadores dos corruptos, e isso foi bem notório no corruptos - Atlético de Madrid, dão as maiores sarrafadas nos adversários e quando o árbitro assinala falta eles ficam possessos. Eles efectivamente, de tão habituados que estão a que não se marque nada quando o árbitro é um dos portugueses amigos, não percebem e não compreendem porque é que a falta foi assinalada, fazem uma cara de babuínos confusos, e é verdadeiramente cómico de observar.
A segunda, também relacionada com o título é: qual a diferença entre árbitros isentos em termos de cartões e expulsões? Só me lembro de duas expulsões no Benfica em competições da UEFA desde que o Jorge Jesus é treinador, uma do Gaitán com o Lyon e outra do Maxi com o Chelsea.

Fui ao site zerozero (não é perfeito, mas é o que se arranja).

Fui comparar Benfica e corruptos em termos de cartões amarelos, duplos amarelos e vermelhos directos, tanto na Liga Portuguesa como nas Competições da UEFA.



As épocas analisadas foram 2008/2009, 2009/2010, 2010/2011, 2011/2012 e 2012/2013, ou seja as quatro de Jorge Jesus e a de Quique Flores.


Os resultados vêm nos seguintes quadros.
Para a Liga Portuguesa, tendo em conta que o número de jogos é igual para os dois (150) é apresentada uma média por jogo no caso dos cartões amarelos, e média por época nos duplos amarelos e vermelhos directos.
Para as competições da UEFA a média é por jogo em todas as rubricas em análise (o Benfica fez 63 jogos e os corruptos 52.)


Figura 1. Cartões amarelos, duplos amarelos e vermelhos directos na Liga Portuguesa




 Figura 2. Jogos, cartões amarelos, duplos amarelos e vermelhos directos do Benfica na UEFA
Figura 3. Jogos, cartões amarelos, duplos amarelos e vermelhos directos dos corruptos na UEFA

No que respeita a cartões amarelos as coisas estão mais ou menos equilibradas, os corruptos têm em média menos 0,3 por jogo que o Benfica, tanta na Liga Portuguesa como na UEFA. Isso são mais 9 amarelos ao fim de 30 jogos (mesmo assim na Liga isso chega para mais castigados de um lado que de outro).

As coisas ficam giras é quando se analisa as expulsões. Dois dados saltam logo à vista. Em Portugal, por época, o Benfica tem o dobro dos jogadores com duplo amarelo e mais do triplo com vermelho directo, num total de 28 expulsões, uma média superior a 5 por ano.
Já os corruptos, em cinco épocas, tiveram apenas 12 jogadores expulsos. Tendo em conta que nessas cinco épocas passearam pelos relvados as técnicas karatecas de Bruno Alves, Raúl Meireles, Fernando, Mangala e outros que tais, é obra (da fruta e da falta de vergonha).


Poderia-se pensar (e alguns mal intencionados pensam) que isto é porque os jogadores do Benfica são muito violentos. Mas quando se observa os jogos da UEFA vê-se que eu tinha alguma razão no início do post quando dizia só me lembrar de uma expulsão do Gaitán e outra do Maxi. É porque essas são duas das três que o Benfica teve em cinco épocas. As três por duplo amarelo. Digno de nota é as ZERO, repito ZERO expulsões por vermelho directo. Para um clube que na Liga tem 2 por época (1 em cada 15 jogos), seria de esperar umas 4. Mas não. Limpo o registo.


Olha-se para os números dos corruptos e vê-se, em duplos amarelos, uma média por jogo três vezes superior. Vê-se também três vermelhos directos, num total de 11 expulsões em cinco épocas.


Aqui está parte da explicação de porque é que o Benfica está a subir no ranking da UEFA, mostrando lá fora que é melhor que os corruptos, mas depois não consegue ganhar a Liga Portuguesa. As condições são diferentes.
Aqui os corruptos ganham, lá fora qualquer Málaga lhes dá um banho de bola.


Voltando ao título do post, sem fruta é outra coisa.

1 comentário:

  1. Dados estatísticos reveladores das condições arbitrais em que é disputado o nosso campeonato.

    Podes ver de uma forma objetiva a influência direta que as decisões arbitrais tiveram no rendimento pontual das equipas em http://influenciaarbitral.blogspot.pt/search/label/Dados%20acumulados%20entre%202008-2013%20%28150%20jogos%29

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Amantes de corruptos, gente que venha defender o chefe mafioso Pinto da Costa, ou a sua Guarda Pretoriana, escusa de comentar. Não serão aceites.
Isto é um local com higiene.